
A Jacobs Comunicação realiza, nos dias 7 e 8 de outubro, em São Paulo, a Jacobs Week. O projeto autoral reúne mais de 30 creators em dois dias de workshops, desafios de criação e experiências voltadas à experimentação.
Em um momento em que marcas e influenciadores disputam atenção em plataformas cada vez mais guiadas por formatos, tendências e algoritmos, a iniciativa propõe uma reflexão importante: o creator pode participar da construção de uma campanha, e não apenas da sua execução?
A Jacobs Comunicação é uma agência de marketing digital, branded content e marketing de influência, com atuação na conexão entre marcas, creators e comunidades por meio de estratégia, conteúdo e experiências, conforme informações da própria agência e de seu perfil institucional no LinkedIn.
A Jacobs Week conta com patrocínio da Rohto Brasil, Ruby Rose e Lokenzzi. A proposta é criar um ambiente em que influenciadores possam desenvolver repertório, testar ideias e experimentar formatos fora da lógica tradicional das plataformas.
Creators além do alcance: a criatividade entra no centro da estratégia
O mercado de influência amadureceu. Hoje, marcas não buscam apenas perfis com audiência. Elas procuram creators capazes de traduzir mensagens, criar conexão, gerar identificação e participar de conversas relevantes com suas comunidades.
Nesse contexto, a criatividade passa a ser um ativo estratégico. O creator deixa de ser visto apenas como canal de distribuição e passa a ser considerado também como parceiro criativo.
“Não dá para exigir criatividade do creator só na hora da entrega. Se ele não participa da construção, a marca continua comprando alcance e não repertório. A Jacobs Week nasceu para colocar essa ideia em prática e testar como o creator reage quando recebe um desafio que exige criação, estratégia e execução”, afirma Ana Jacobs, CEO e fundadora da Jacobs Comunicação.
A provocação é relevante para marcas, agências e empreendedores que usam redes sociais como ferramenta de posicionamento. Afinal, quando todos seguem os mesmos formatos, o diferencial deixa de estar apenas na presença digital e passa a estar na capacidade de construir ideias com propósito.
Da quebra do algoritmo ao briefing real
O primeiro dia da Jacobs Week acontece em 7 de outubro, na Casa Fradique, em São Paulo. A programação tem como eixo o workshop “CTRL + ALT: A quebra do algoritmo e o poder do inesperado”.
A proposta é discutir a repetição de formatos nas plataformas digitais e estimular os participantes a encontrar caminhos criativos que escapem de fórmulas já consolidadas.
Na prática, o encontro coloca os creators diante de uma lógica parecida com a vivida dentro das agências. Eles precisam compreender um problema, pensar uma ideia, avaliar sua viabilidade e transformar criatividade em entrega estratégica.
Esse movimento traduz uma mudança defendida pela Jacobs em seu trabalho com marcas. O creator deixa de ser considerado apenas pelo tamanho da audiência e passa a ser avaliado também por afinidade, repertório, capacidade criativa e adequação ao objetivo da campanha.
“Queremos colocar o creator em uma situação em que ele precise pensar além do próprio conteúdo. O desafio é entender um problema, construir uma ideia e encontrar uma maneira de torná-la viável. É muito próximo do que acontece quando uma campanha chega à agência”, explica Ana.
Creator economy exige repertório, estratégia e execução
A creator economy deixou de ser apenas um movimento de publicação em redes sociais. Ela se tornou parte da estratégia de comunicação de empresas, marcas pessoais e negócios de diferentes portes.
Por isso, a relação entre marcas e influenciadores também precisa evoluir. Em vez de briefings excessivamente fechados, muitas campanhas podem ganhar força quando o creator participa da construção da narrativa.
Essa participação pode ajudar a aproximar a mensagem da linguagem real da comunidade. Além disso, pode evitar campanhas genéricas, desconectadas ou excessivamente dependentes de tendências passageiras.
Para empreendedores, a lição é clara. Criatividade não deve ser vista como improviso. Ela precisa de contexto, método, repertório e capacidade de execução.
Jacobs CandyLand propõe experiência imersiva para creators
No segundo dia, 8 de outubro, a Jacobs Week muda de formato. A Jacobs CandyLand, realizada no Studio 190, no Itaim Bibi, propõe uma experiência imersiva inspirada no universo dos doces.
A cenografia e as ativações foram pensadas para estimular interação, troca e criação entre os participantes. Se o primeiro dia parte de um problema concreto para chegar a uma solução criativa, o segundo propõe o movimento inverso: começar pela experiência e observar quais ideias podem nascer dela.
“Se o Workshop mostra o creator diante de um desafio real, a CandyLand mostra o caminho inverso: uma ideia que nasce livre e ganha forma porque existe estratégia e execução para tirá-la do papel. Queremos que os creators saiam da experiência com mais repertório para construir, e não apenas executar”, afirma a empresária.
Esse tipo de vivência reforça uma tendência importante no marketing atual. Experiências presenciais podem gerar repertório, conexão e conteúdo com mais autenticidade quando são pensadas como ambientes de criação, e não apenas como cenários para publicações.
Marcas patrocinadoras conectam beleza, bem-estar e influência
A Jacobs Week conta com a presença de marcas ligadas aos universos de beleza, saúde, bem-estar e cuidados pessoais.
Entre as patrocinadoras está a Rohto Brasil, empresa dos segmentos de saúde, beleza e bem-estar. O site oficial da Rohto Mentholatum informa que o grupo está presente em mais de 150 países e atua com medicamentos e cosméticos.
Também participam da iniciativa a Ruby Rose, marca brasileira de maquiagem, e a Lokenzzi, especializada em cuidados e tratamentos capilares.
A presença dessas marcas reforça a importância do marketing de influência para setores que dependem de demonstração, experiência, credibilidade, identificação e recomendação.
O que marcas e empreendedores podem aprender com a Jacobs Week
A Jacobs Week traz um aprendizado importante para quem trabalha com comunicação, branding e negócios digitais: alcance não substitui estratégia.
Um creator pode entregar visibilidade, mas também pode contribuir com leitura de comunidade, linguagem, repertório e criatividade aplicada. Para isso, precisa ser incluído no processo de forma mais inteligente.
Da mesma forma, marcas precisam entender que campanhas relevantes não nascem apenas de tendências prontas. Elas nascem da combinação entre objetivo claro, briefing bem construído, liberdade criativa e execução consistente.
Na prática, a iniciativa mostra que a criatividade além do algoritmo depende de três elementos: estratégia, experiência e colaboração.
Serviço: Jacobs Week
Evento: Jacobs Week
Datas: 7 e 8 de outubro
Cidade: São Paulo
Primeiro dia: Workshop “CTRL + ALT: A quebra do algoritmo e o poder do inesperado”, na Casa Fradique
Segundo dia: Jacobs CandyLand, no Studio 190, no Itaim Bibi
Participantes: mais de 30 creators
Patrocinadores: Rohto Brasil, Ruby Rose e Lokenzzi
Perguntas frequentes sobre a Jacobs Week
O que é a Jacobs Week?
A Jacobs Week é um projeto autoral da Jacobs Comunicação que reúne creators em dois dias de workshops, desafios de criação e experiências voltadas à experimentação.
Quando acontece a Jacobs Week?
A Jacobs Week acontece nos dias 7 e 8 de outubro, em São Paulo.
Qual é a proposta do evento?
A proposta é testar a criatividade dos creators além dos formatos guiados pelo algoritmo, estimulando estratégia, repertório, colaboração e execução criativa.
Quais marcas patrocinam a Jacobs Week?
A iniciativa conta com patrocínio da Rohto Brasil, Ruby Rose e Lokenzzi.
Por que a Jacobs Week é relevante para marcas?
Porque mostra que creators podem contribuir não apenas com alcance, mas também com repertório, leitura de comunidade, criatividade e construção estratégica de campanhas.





